7 SEGREDOS DE EMPREENDEDORES DE SUCESSO PARA FAZER SUA EMPRESA CRESCER

Empreendedores de sucesso sabem que fazer uma empresa crescer não significa simplesmente vender mais. É preciso saber onde investir, como controlar o dinheiro, como formar uma boa equipe, organizar processos, usar a tecnologia e, principalmente, entregar valor ao cliente.  

Mais do que depender da inspiração do empreendedor, eles criam métodos de gestão capazes de transformar boas decisões em resultados consistentes.

Digo isso, porque começar uma empresa costuma ser a parte mais empolgante da jornada. A ideia parece promissora, os primeiros clientes aparecem e a sensação é de que o negócio finalmente está começando a dar certo.

Mas, com o passar do tempo, a realidade pode ser bem diferente.

As vendas aumentam, mas o dinheiro parece nunca ser suficiente. A equipe cresce, mas os problemas também. Os clientes chegam, mas nem sempre voltam. As tarefas se acumulam, o empreendedor passa a resolver tudo e, quando percebe, está trabalhando cada vez mais dentro da empresa e tendo cada vez menos tempo para pensar no futuro.

Se você já viveu algo parecido, saiba que isso não significa necessariamente que sua empresa esteja no caminho errado. Muitas vezes, o problema não está na falta de esforço. Está na forma como o negócio está sendo administrado.

É justamente aí que estão alguns dos grandes “segredos” por trás de negócios que conseguem crescer, enfrentar períodos difíceis e continuar avançando.

Neste artigo, vamos conhecer 7 segredos de empreendedores de sucesso para fazer sua empresa crescer — estratégias que podem ser aplicadas tanto em pequenos negócios quanto em empresas maiores e que, quando colocadas em prática, ajudam a transformar organização, controle e gestão em melhores resultados.

Mais do que descobrir o que esses empreendedores fazem, a proposta é entender como você pode adaptar essas estratégias à realidade da sua empresa.

1. Empreendedores de sucesso sabem onde querem chegar

Um dos primeiros segredos dos empreendedores de sucesso é também um dos mais simples: eles sabem onde querem chegar.

Isso parece óbvio, mas na prática muitos empresários passam boa parte do tempo resolvendo problemas que aparecem no dia a dia sem parar para definir com clareza qual empresa querem construir.

É a venda que precisa ser fechada, o fornecedor que precisa ser pago, o funcionário que faltou, o cliente que reclamou, o imposto que venceu e uma infinidade de outras situações que exigem atenção.

Quando tudo é urgente, pensar no futuro parece impossível.

O problema é que uma empresa conduzida apenas pelas urgências dificilmente consegue crescer de maneira organizada. É justamente por isso que uma das bases mais importantes da gestão é o planejamento.

Existe uma ideia de que planejamento estratégico é algo complicado, feito apenas por grandes organizações, com reuniões intermináveis, planilhas enormes e documentos que acabam esquecidos em uma gaveta.

Não precisa ser assim!

Para uma pequena ou média empresa, planejamento estratégico pode começar com perguntas bastante simples:

  • Onde minha empresa está hoje?
  • Onde quero que ela esteja daqui a um, três ou cinco anos?
  • O que precisa acontecer para chegar lá?
  • Quais recursos serão necessários?
  • Quais riscos podem impedir esse crescimento?
  • Como vou saber se estou realmente avançando?

Essas perguntas ajudam o empreendedor a sair do modo “apagar incêndios” e começar a administrar o negócio com direção.

Mas, não adianta estabelecer objetivos sem conhecer a realidade da empresa.

Uma das ferramentas que pode ajudar nesse diagnóstico é a análise SWOT, que permite avaliar quatro pontos importantes:

  • Forças: aquilo que a empresa faz bem e que pode representar uma vantagem.
  • Fraquezas: problemas internos que precisam ser corrigidos.
  • Oportunidades: situações do mercado que podem ser aproveitadas.
  • Ameaças: fatores externos que podem prejudicar o negócio.

Imagine uma pequena loja de materiais de construção que possui uma equipe comercial experiente e uma boa carteira de clientes. Essas são forças que podem ser aproveitadas.

Por outro lado, se a empresa não controla adequadamente seu estoque e frequentemente perde vendas por falta de produtos, existe uma fraqueza que precisa ser enfrentada.

Ao mesmo tempo, o crescimento da construção na região pode representar uma oportunidade, enquanto a entrada de um grande concorrente pode ser uma ameaça.

Perceba que o planejamento começa muito antes de decidir “quanto quero vender”. Ele começa entendendo onde a empresa está pisando.

Depois de entender o cenário, chega o momento de definir objetivos.

E aqui existe uma diferença importante entre ter um desejo e ter uma meta. 

“Quero vender mais” é um desejo.

“Aumentar o faturamento em 15% nos próximos 12 meses, mantendo a margem de lucro dentro do percentual definido pela empresa” é uma meta muito mais útil para a gestão.

Isso porque uma boa meta precisa permitir acompanhamento.

O empresário deve conseguir responder:

  • Quanto queremos alcançar?
  • Em quanto tempo?
  • O que precisa ser feito?
  • Quem será responsável?
  • Quanto isso vai custar?
  • Qual resultado financeiro esperamos obter?

Essa última pergunta é especialmente importante.

Crescimento sem análise financeira pode criar uma falsa sensação de sucesso.

Uma empresa pode aumentar as vendas e, mesmo assim, ganhar menos dinheiro se conceder descontos excessivos, aumentar custos, vender com margens muito baixas ou precisar financiar um volume maior de capital de giro.

Por isso, toda meta comercial deveria conversar com as metas financeiras da empresa.

Definir objetivos é apenas o começo.

O próximo passo é transformar cada meta em ações concretas.

Se o objetivo é aumentar o faturamento em 20%, por exemplo, o empresário pode precisar:

  • Melhorar a geração de oportunidades de vendas;
  • Treinar a equipe comercial;
  • Aumentar a taxa de conversão;
  • Recuperar clientes inativos;
  • Desenvolver novos produtos ou serviços;
  • Revisar preços;
  • Melhorar o ticket médio;
  • Fortalecer os canais de vendas.

Mas existe uma pergunta que não pode ser esquecida:

Qual dessas ações realmente contribui para o resultado que a empresa precisa alcançar?

Essa pergunta evita que o planejamento vire apenas uma lista de tarefas.

Outro ponto importante é entender que planejamento estratégico não é um documento definitivo. O mercado muda. Os clientes mudam. Os custos mudam. Novos concorrentes aparecem. Surgem oportunidades que não estavam previstas.

Por isso, o planejamento precisa ser revisado periodicamente.

Então, não basta definir para onde ir. É preciso verificar regularmente se a empresa está realmente indo na direção certa.

O planejamento ajuda a empresa a direcionar recursos, priorizar oportunidades, antecipar riscos e evitar desperdícios de tempo e dinheiro.

E existe uma conexão fundamental aqui: nenhum planejamento estratégico se sustenta sem recursos financeiros para colocá-lo em prática.

Você pode ter a melhor estratégia, as melhores metas e excelentes oportunidades de crescimento. Mas, se não souber quanto dinheiro a operação exige, quando os recursos estarão disponíveis e se o negócio realmente gera caixa e lucro, o crescimento pode se transformar em problema.

É por isso que o próximo segredo é tão importante.

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2. Empreendedores de sucesso conhecem os números do próprio negócio

Existe uma diferença enorme entre ter uma empresa que vende e ter uma empresa financeiramente saudável.

E esse é um dos grandes segredos dos empreendedores de sucesso: eles não administram o negócio olhando apenas para o faturamento. Eles conhecem os números que realmente mostram o que está acontecendo dentro da empresa.

Quanto entra? Quanto sai? Quanto custa para manter a operação funcionando? Quanto a empresa realmente ganha? Quanto dinheiro precisa ficar disponível para pagar as contas? Quanto pode ser investido?

Essas perguntas fazem parte da rotina de quem entende que gestão financeira não é apenas controlar despesas. É usar os números para tomar decisões melhores.

Faturamento não é lucro. E lucro não é caixa.

Esse é um dos primeiros conceitos que todo empresário deveria dominar.

Imagine uma empresa que vende R$ 100 mil em determinado mês. À primeira vista, parece um excelente resultado.

Mas quanto desses R$ 100 mil realmente ficou para a empresa?

Se ela gastou R$ 70 mil para operar, pagou impostos, despesas administrativas, salários, juros e outros custos, o resultado será muito diferente daquele que o faturamento sozinho sugere.

E existe ainda outra questão: a empresa pode ter lucro e, mesmo assim, estar sem dinheiro no caixa.

Isso acontece, por exemplo, quando uma empresa vende muito a prazo, mas precisa pagar fornecedores, salários, impostos e outras despesas antes de receber dos clientes.

Por isso, empreendedores que conhecem seus números acompanham pelo menos três dimensões diferentes:

  • Faturamento: quanto a empresa vende.
  • Lucro: quanto sobra depois de considerar os custos e despesas.
  • Caixa: quanto dinheiro está efetivamente disponível.

Confundir esses três conceitos pode levar a decisões perigosas.

Fluxo de Caixa

O fluxo de caixa ocupa papel central entre as ferramentas de gestão financeira, porque permite registrar e acompanhar tudo o que entra e sai da empresa, ajudando o empresário a visualizar a movimentação financeira e antecipar situações que poderiam pegar o negócio de surpresa.

  • Com um fluxo de caixa bem organizado, é possível:
  • prever períodos de falta ou excesso de dinheiro;
  • planejar pagamentos;
  • evitar atrasos e multas;
  • identificar compromissos financeiros futuros;
  • saber quando haverá recursos disponíveis para investir;
  • acompanhar o comportamento das entradas e saídas;
  • tomar decisões antes que um problema de caixa se transforme em uma crise.

Com um fluxo de caixa projetado, o empreendedor consegue enxergar a situação antecipadamente e tomar providências: negociar prazos, rever pagamentos, antecipar recebimentos, reduzir despesas ou buscar outra solução financeira.

A grande vantagem não é simplesmente saber quanto dinheiro existe hoje. É conseguir enxergar o que pode acontecer com o caixa amanhã.

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Capital de Giro

De forma simples, podemos dizer que o capital de giro representa os recursos necessários para manter a operação funcionando enquanto o dinheiro das vendas ainda não entrou no caixa.

Isso é especialmente importante para empresas que vendem a prazo, mantêm estoques ou possuem um intervalo significativo entre pagar seus fornecedores e receber dos clientes.

Pense em uma indústria.

Ela compra matéria-prima, paga funcionários, energia, transporte e outros custos para produzir. Depois fabrica e vende seus produtos. Dependendo das condições comerciais, pode levar semanas ou meses para receber dos clientes.

Durante todo esse período, a operação precisa continuar funcionando. É o capital de giro que ajuda a sustentar essa diferença de tempo.

Quando o empresário não entende essa necessidade, pode acontecer uma situação curiosa: a empresa cresce, as vendas aumentam, mas o caixa fica cada vez mais apertado.

Por isso, antes de comemorar um crescimento acelerado, o empreendedor precisa perguntar:

“Minha empresa tem dinheiro suficiente para financiar esse crescimento?”

Não basta saber que a empresa precisa de capital de giro. É necessário estimar quanto dinheiro a operação exige. Algumas medidas ajudam nesse controle:

  • Calcular a necessidade de capital de giro;
  • Acompanhar prazos de recebimento e pagamento;
  • Controlar estoques;
  • Negociar melhores condições com fornecedores;
  • Evitar excesso de recursos parados em mercadorias;
  • Manter uma reserva financeira para imprevistos.

Quanto mais previsível for a operação, maior será a capacidade do empresário de se antecipar aos períodos de maior necessidade de caixa.

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Orçamento Empresarial

Se o fluxo de caixa ajuda a acompanhar a movimentação do dinheiro e o capital de giro mostra os recursos necessários para manter a operação funcionando, o orçamento empresarial ajuda a olhar para frente.

Ele permite projetar receitas, custos, despesas e resultados para determinado período. Na prática, o orçamento ajuda o empresário a responder perguntas como:

  • Quanto esperamos vender?
  • Quais serão nossos principais custos?
  • Quanto podemos gastar em cada área?
  • Quanto podemos investir?
  • Qual resultado esperamos alcançar?
  • Onde precisamos reduzir despesas?
  • O que acontece se as vendas ficarem abaixo do esperado?

Essa última pergunta é especialmente importante.

Um bom orçamento não serve apenas para trabalhar com o cenário ideal. Ele também pode ajudar a empresa a se preparar para cenários diferentes.

Imagine uma empresa que projeta faturar $ 500 mil no próximo trimestre.

Em vez de simplesmente assumir que esse valor será alcançado, o empreendedor pode trabalhar com diferentes cenários:

  • Cenário otimista: vendas acima da projeção.
  • Cenário esperado: vendas dentro da meta.
  • Cenário de atenção: vendas abaixo do esperado.

Isso permite pensar antecipadamente sobre quais despesas podem ser ajustadas, quais investimentos podem esperar e quais medidas devem ser tomadas caso o cenário mais difícil aconteça.

Conhecer os números não significa transformar o empreendedor em um especialista em contabilidade ou passar o dia inteiro analisando planilhas. Significa ter informações confiáveis e saber quais delas são importantes para cada decisão.

Quando a gestão financeira está bem estruturada, ela dá liberdade ao empreendedor para focar em outras áreas, como inovação, atendimento e crescimento. Porque um negócio financeiramente saudável não sobrevive apenas, ele prospera.

Uma empresa saudável não precisa apenas de dinheiro. Precisa de controle

E quanto mais o negócio cresce, mais pessoas precisam participar da operação. E é justamente nesse momento que surge outro desafio: fazer com que a empresa continue funcionando bem mesmo quando o empreendedor não está presente em cada detalhe. É aí que entra o próximo segredo:

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3. Empreendedores de sucesso não tentam fazer tudo sozinhos

Porque uma empresa não cresce de verdade quando tudo depende do dono. Ela cresce quando o empreendedor consegue construir uma equipe capaz de transformar estratégia em resultado.

Esse é um dos desafios mais difíceis para quem empreende.

No começo, é natural que o dono faça quase tudo. Ele vende, compra, atende clientes, acompanha o financeiro, resolve problemas, negocia com fornecedores e até ajuda na operação quando necessário.

Em uma empresa pequena, essa postura pode até ser necessária durante algum tempo. O problema começa quando ela se transforma em um modelo permanente de gestão.

Se todas as decisões precisam passar pelo empreendedor, se apenas ele sabe como determinadas tarefas devem ser realizadas e se qualquer problema precisa da sua presença para ser resolvido, a empresa cria uma dependência perigosa.

O negócio pode até crescer, mas o dono não consegue crescer junto.

Existe uma diferença importante entre ser responsável pelo negócio e precisar executar tudo dentro dele.

O papel do empreendedor é dar direção, definir prioridades, tomar decisões importantes, acompanhar resultados e desenvolver as pessoas que irão executar a estratégia.

Isso não significa abandonar a operação. Significa criar uma estrutura em que a equipe tenha condições de assumir responsabilidades e resolver problemas sem precisar esperar o dono para cada decisão.

Pense em uma loja em que somente o proprietário sabe como fazer um pedido de reposição de estoque.

Quando ele está presente, tudo funciona.

Quando precisa viajar por alguns dias, as compras param, alguns produtos faltam e as vendas começam a cair.

O problema não é a ausência do empreendedor. O problema é que o conhecimento ficou concentrado nele.

Empresas mais preparadas distribuem conhecimento, responsabilidades e autoridade.

Tudo começa contratando as pessoas certas. Uma vez que acertamos na escolha do profissional, é necessário desenvolver suas habilidades e corrigir suas deficiências. Isso não só aumenta a capacidade de entregar resultados, mas também valoriza o colaborador.

Contratar alguém apenas porque existe uma vaga urgente pode resolver um problema imediato, mas criar vários outros no futuro. Por isso, antes de contratar, o empresário precisa entender claramente:

  • Qual problema essa pessoa deverá resolver?
  • Quais responsabilidades terá?
  • Quais competências são necessárias?
  • Que comportamento é esperado?
  • Essa pessoa combina com a cultura da empresa?
  • Como seu desempenho será avaliado?

Não basta encontrar alguém que saiba executar uma tarefa. É preciso encontrar alguém que tenha condições de contribuir para o resultado do negócio.

Uma contratação inadequada pode gerar custos que vão muito além do salário: retrabalho, erros, perda de produtividade, conflitos, insatisfação dos clientes e tempo do próprio empreendedor para corrigir problemas.

Por outro lado, uma boa contratação aumenta a capacidade da empresa de entregar resultados.

Uma vez que acertamos na escolha do profissional, é necessário desenvolver suas habilidades e corrigir suas deficiências. Isso não só aumenta a entrega de resultados, mas também valoriza o colaborador. 

Investir em capacitação valoriza o colaborador e aumenta sua capacidade de entregar mais resultados para o negócio.

Outro segredo dos empreendedores de sucesso está na forma como eles lideram.

Liderança não significa apenas distribuir tarefas e cobrar resultados. Um bom líder precisa dar direção, explicar expectativas, acompanhar a execução, corrigir problemas e desenvolver as pessoas.

A equipe precisa entender não apenas o que deve fazer, mas também por que aquilo é importante.

Quando o funcionário entende como seu trabalho contribui para o resultado da empresa, tende a assumir maior responsabilidade sobre aquilo que entrega.

Delegar não é simplesmente passar tarefas

Muitos empreendedores dizem que não conseguem delegar porque “é mais rápido fazer sozinho”. Pode até ser verdade no curto prazo. Mas essa escolha cobra um preço no longo prazo.

Quando o empreendedor concentra tudo, ele se transforma no principal gargalo da operação.

Delegar significa transferir responsabilidade com orientação, autoridade e acompanhamento. Delegar não significa deixar a pessoa sozinha. Significa permitir que ela execute, enquanto o líder acompanha os resultados e oferece suporte quando necessário.

Outro fator essencial é a comunicação. Sem comunicação, não há gestão de pessoas eficaz. Isso significa não apenas falar, mas também ouvir. Um líder que ouve sua equipe é capaz de identificar problemas antes que eles entrem em crise.

Então, seja claro sobre expectativas, prazos e objetivos. Ao mesmo tempo, esteja disponível para ouvir as preocupações e sugestões de sua equipe. Muitas vezes, as melhores ideias surgem daquelas que estão na linha de frente.

Quanto mais a empresa cresce, mais importante se torna a capacidade do empreendedor de sair da execução excessiva e assumir seu papel estratégico. 

O objetivo não é fazer o empreendedor trabalhar menos por trabalhar menos. É fazer com que o tempo dele seja utilizado nas decisões que realmente podem mudar o futuro da empresa.

Uma equipe preparada permite que o empreendedor deixe de ser o responsável por apagar todos os incêndios e passe a trabalhar para evitar que eles aconteçam.

E isso nos leva diretamente ao próximo segredo.

Uma equipe competente precisa de processos claros para executar bem seu trabalho. Afinal, não adianta contratar boas pessoas e treiná-las se cada uma realiza a mesma atividade de uma maneira diferente.

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4. Empreendedores de sucesso transformam conhecimento em processos

Porque uma empresa que depende apenas da memória, experiência e improviso das pessoas encontra dificuldades para manter qualidade, controlar custos e crescer de forma consistente.

É por isso que empreendedores de sucesso entendem uma coisa importante:

O conhecimento que está apenas na cabeça das pessoas não é suficiente para sustentar o crescimento de uma empresa. Ele precisa ser transformado em processos.

Processos são maneiras organizadas e padronizadas de realizar determinada atividade.

Na prática, significa definir como uma tarefa deve ser feita, em qual sequência, por quem, com quais recursos e qual resultado deve ser entregue.

Isso não significa engessar a empresa ou transformar tudo em burocracia. Padronizar significa encontrar uma maneira mais eficiente e confiável de realizar uma atividade e fazer com que essa forma seja conhecida pela equipe. Um bom processo existe para tornar o trabalho mais simples, previsível e eficiente.

Imagine uma empresa de prestação de serviços.

Se cada profissional recebe o cliente de uma maneira, registra as informações de forma diferente e acompanha o serviço sem um padrão definido, a experiência pode variar muito.

Um cliente pode receber um atendimento excelente. Outro, na mesma empresa, pode ter uma experiência completamente diferente.

A padronização reduz essa dependência do acaso.

Para padronizar os processos, o primeiro passo é entender como as coisas estão sendo feitas. Isso significa mapear os processos atuais. Reúna os envolvidos e pergunte:

  • Como essa tarefa é realizada hoje?
  • Existe alguma etapa que gera confusão ou demora?
  • O que pode ser eliminado ou melhorado?

Com base nas respostas, analise o que funciona bem e o que precisa ser ajustado. A partir disso, crie um passo a passo eficiente e claro. 

Utilize fluxogramas para documentar as etapas, tornando as orientações mais visuais e fáceis de entender.

Veja o que aconteceu com uma loja de bolos.

Antes de padronizar, cada funcionário fazia os bolos à sua maneira, o que gerava constantes reclamações. Em uma ocasião, o bolo era mais doce; em outra, mais seco ou maior.

Com a padronização, a loja mapeou todas as etapas do processo, desde a coleta do pedido até a entrega. Criou receitas únicas para seus vários tipos de bolo, com a relação e quantidade de todos os ingredientes e o modo de preparo.

Sabe qual foi o resultado? Redução drástica de reclamações!

Pois agora, todos os bolos têm o mesmo padrão de qualidade, e os clientes voltaram a confiar na marca e comprar mais.

Agora, um erro comum é documentar um processo e considerar o trabalho encerrado. Não é.

Depois de criar o padrão, é necessário treinar, acompanhar e melhorar. A equipe precisa entender:

  • O que mudou;
  • Por que mudou;
  • Como executar;
  • Qual resultado é esperado;
  • Como o desempenho será acompanhado.

Depois, o empresário deve observar os resultados.

O processo está funcionando? Os erros diminuíram? O tempo de execução melhorou? O cliente percebeu a diferença? A equipe encontrou dificuldades? Existe alguma etapa que pode ser eliminada? 

Processos não devem ser tratados como algo imutável.

Eles precisam evoluir junto com a empresa.

Esse talvez seja um dos maiores benefícios da padronização.

Se uma empresa depende exclusivamente do conhecimento do proprietário ou de alguns funcionários antigos, crescer pode ser muito difícil.

Depois de organizar os processos, o empreendedor pode utilizar a tecnologia para automatizar tarefas, integrar informações e ganhar velocidade e controle.

É aí que entra o próximo segredo.

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5. Empreendedores de sucesso usam a tecnologia para tomar decisões melhores

Porque a tecnologia não deve servir apenas para fazer as tarefas mais rápido. Ela precisa ajudar a empresa a trabalhar melhor, reduzir erros e tomar decisões com mais informação e segurança.

Durante muito tempo, a tecnologia era vista como algo restrito às grandes empresas. Hoje, essa realidade mudou.

Pequenos negócios, empresas de serviços, lojas, indústrias e escritórios também podem utilizar ferramentas digitais para organizar informações, automatizar tarefas, reduzir erros e acompanhar indicadores.

Imagine uma empresa que ainda controla contas a pagar e receber em várias planilhas diferentes.

Uma planilha para fornecedores. Outra para clientes. Outra para o fluxo de caixa. Outra para vendas. Outra para estoque.

Com o tempo, informações podem ficar duplicadas, desatualizadas ou até contraditórias e o empreendedor tende a passar horas tentando organizar dados que deveriam estar disponíveis de maneira simples.

Nesse caso, a tecnologia pode ajudar a centralizar informações e reduzir o trabalho manual.

Sistemas de gestão financeira, como o granatum, por exemplo, podem organizar movimentações, contas a pagar e receber, conciliação bancária, fluxo de caixa, planejamento e relatórios gerenciais.

O benefício, porém, não está simplesmente em ter um sistema. Está em conseguir responder mais rapidamente:

Quanto dinheiro tenho? O que tenho para pagar? O que tenho para receber? Como está meu fluxo de caixa? Qual é o resultado da empresa?

Quando essas respostas estão disponíveis, o empreendedor consegue tomar decisões com muito mais segurança.

E existe outro ganho importante proporcionado pela tecnologia: o tempo.

Imagine uma empresa que realiza manualmente todos os dias tarefas como:

  • Lançar informações financeiras;
  • Conferir pagamentos;
  • Enviar cobranças;
  • Atualizar controles;
  • Registrar clientes;
  • Acompanhar oportunidades de vendas;
  • Lembrar vendedores de fazer follow-up;
  • Gerar relatórios.

Quando parte dessas atividades pode ser automatizada, o tempo da equipe deixa de ser consumido por tarefas repetitivas. Isso permite que as pessoas se concentrem em atividades de maior valor.

Uma equipe comercial, por exemplo, pode gastar menos tempo atualizando controles manualmente e mais tempo conversando com clientes e conduzindo negociações.

Uma equipe financeira pode reduzir o tempo gasto com lançamentos e conferências e dedicar mais atenção à análise dos resultados.

Automatizar não significa substituir pessoas. Significa permitir que as pessoas utilizem melhor o seu tempo.

E os clientes?

A tecnologia também pode melhorar significativamente a gestão do relacionamento com os clientes.

É aqui que entram os sistemas de CRM — Customer Relationship Management, ou gestão do relacionamento com o cliente.

Um CRM permite centralizar informações sobre clientes e oportunidades comerciais, acompanhar o histórico de interações e organizar as etapas do processo de vendas.

Ferramentas como HubSpot e RD Station CRM oferecem recursos para centralizar informações, organizar processos comerciais e automatizar determinadas atividades de vendas.

Para uma pequena empresa, isso pode representar uma diferença enorme.

Tecnologia não substitui uma boa gestão

Existe, porém, uma armadilha que os empreendedores não podem cair:

Achar que comprar um sistema resolverá problemas de gestão. Não resolve.

Se o processo é desorganizado, a tecnologia pode apenas automatizar a desorganização.

Se os dados são lançados de forma incorreta, o relatório também estará errado. Se ninguém acompanha os indicadores, o dashboard vira apenas uma tela bonita. Se a equipe não entende o processo, o sistema será subutilizado.

Por isso, a sequência correta é:

Processo → informação → tecnologia → análise → decisão.

Primeiro, a empresa precisa entender o que deseja melhorar. Depois, precisa definir como a atividade será realizada. Então pode escolher a tecnologia adequada para apoiar esse processo.

E, finalmente, utilizar os dados gerados para tomar decisões melhores. Esse é talvez o ponto mais importante deste segredo.

Ter informação não significa necessariamente ter inteligência. Uma empresa pode possuir centenas de relatórios e ainda assim tomar decisões baseadas em impressão.

O verdadeiro valor está em transformar dados em perguntas e respostas. Por exemplo:

  • Qual produto gera maior margem?
  • Quais clientes compram mais?
  • Quais clientes estão deixando de comprar?
  • Qual canal de vendas apresenta melhor resultado?
  • Quanto tempo leva para converter uma oportunidade em venda?
  • Quais despesas estão crescendo acima do esperado?
  • Qual é o impacto de um desconto sobre a margem?
  • Quanto dinheiro estará disponível nos próximos meses?

Quando o empreendedor começa a fazer perguntas melhores, os dados passam a ter utilidade estratégica.

É aí que a tecnologia deixa de ser apenas uma ferramenta operacional e passa a ser uma ferramenta de gestão, ajudando a tomar as melhores decisões.

E tudo isso nos leva a outro ponto fundamental.

Uma empresa pode ter excelente gestão, bons processos, tecnologia e uma equipe preparada. Mas, no final das contas, é o cliente quem decide se todo esse esforço está gerando valor.

É por isso que o próximo segredo é tão importante:

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6. Empreendedores de sucesso fazem o cliente querer voltar

Porque crescer não significa apenas conquistar novos clientes. Significa criar uma experiência tão boa que o cliente tenha motivos para comprar novamente, confiar na empresa e indicá-la para outras pessoas.

Afinal, conquistar um cliente é importante, mas fazer esse cliente voltar é ainda melhor.

Por isso, empreendedores de sucesso entendem que o crescimento sustentável não depende apenas de vender uma vez para muitas pessoas. Depende de criar uma experiência que faça o cliente pensar:

“UAU! Quando eu precisar novamente, vou comprar aqui.”

É assim que a experiência do cliente pode se transformar em fidelização, recorrência e novas vendas.

Um dos maiores erros na gestão comercial é acreditar que o cliente está interessado apenas no produto ou serviço.

Na realidade, as pessoas compram para resolver problemas, satisfazer necessidades, economizar tempo, reduzir preocupações, alcançar objetivos ou realizar desejos.

Uma pessoa que compra em uma farmácia, por exemplo, não está simplesmente comprando uma caixa de medicamento. Ela está buscando uma solução para uma necessidade de saúde.

Uma empresa que contrata um serviço de contabilidade não está comprando apenas relatórios e documentos. Ela está buscando segurança, organização e apoio para cumprir suas obrigações e tomar decisões melhores.

Quanto melhor a empresa entende o que realmente está por trás da compra, maior é sua capacidade de entregar valor.

Um dos pilares de uma experiência UAU é não esperar que o cliente precise reclamar ou pedir tudo.

Empresas que conhecem bem seus clientes conseguem antecipar necessidades.

Por exemplo, a farmácia onde faço compras mensais me envia um SMS próximo do momento em que minha medicação está acabando, lembrando-me de fazer uma nova compra. No mesmo contato, aproveita para apresentar algum produto ou promoção que possa ser do meu interesse. Essa proatividade gera confiança e fortalece o relacionamento.

O segundo pilar é entender que o cliente nem sempre sabe exatamente o que precisa. Às vezes, ele conhece o problema, mas ainda não percebeu que existe uma solução melhor e é papel da empresa mostrar essa possibilidade.

No ambiente empresarial, uma empresa que vende equipamentos pode mostrar como determinado produto reduz desperdícios. Uma empresa de tecnologia pode demonstrar como uma automação economiza horas de trabalho.

Perceba: o cliente não quer necessariamente o produto. Ele quer o benefício que acredita que aquele produto poderá proporcionar.

Mas, em um mercado repleto de opções, como fazer com que o cliente escolha por uma empresa?

É aqui que entra o terceiro pilar, a diferenciação.

A diferenciação consiste em identificar algo que torna o negócio único e destacar esse diferencial em todos os pontos de contato com os clientes.

Veja o caso do Nubank que tem como diferencial descomplicar e facilitar o acesso da população ao sistema bancário. Através dessa diferenciação o Nubank tornou-se uma referência no mercado em pouco tempo.

O quarto pilar é um atendimento excepcional.

Existe uma tendência de imaginar que proporcionar uma experiência extraordinária exige grandes investimentos. Nem sempre. Muitas vezes, uma experiência excepcional nasce de atitudes simples:

  • Ouvir O Cliente Com Atenção;
  • Cumprir O Que Foi Prometido;
  • Responder Rapidamente;
  • Resolver Problemas Sem Criar Obstáculos;
  • Demonstrar Interesse Genuíno;
  • Facilitar A Compra;
  • Explicar Claramente As Informações;
  • Tratar O Cliente Com Respeito.

O cliente não espera necessariamente que a empresa nunca erre. Erros podem acontecer.

O que faz diferença é como a empresa reage quando o problema aparece. Uma reclamação ignorada pode fazer um cliente nunca mais voltar. Uma reclamação tratada com atenção e rapidez pode recuperar a confiança.

Por isso, o atendimento não deve ser encarado apenas como uma etapa da venda. Ele faz parte da construção do relacionamento e o relacionamento gera fidelização.

Por isso, fidelização não é apenas uma questão de marketing. É também uma questão financeira. Esse ponto merece atenção.

Melhorar a experiência do cliente não significa simplesmente gastar mais para agradá-lo.

A pergunta correta é:

“Quais melhorias realmente aumentam o valor percebido pelo cliente e geram retorno para a empresa?”

Essa é uma pergunta que todo empreendedor deveria buscar responder em seu negócio.

Porque, no final das contas, oferecer uma experiência UAU não é apenas boa para o cliente,  é excelente para o negócio. Ela cria um ciclo virtuoso de confiança, fidelidade e aumento de receitas.

E quando planejamento, finanças, pessoas, processos, tecnologia e experiência do cliente trabalham juntos, chegamos ao último segredo — aquele que reúne todos os anteriores.

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7. Empreendedores de sucesso agem antes que os problemas se tornem crises

Porque empreendedores de sucesso não esperam o problema ficar grande para começar a agir. Eles acompanham os sinais, identificam os riscos e tomam decisões enquanto ainda existe espaço para corrigir a rota.

Por exemplo, uma crise financeira raramente começa no dia em que o dinheiro acaba, antes disso, costumam aparecer sinais:

  • O prazo médio de recebimento está aumentando;
  • Os clientes estão pagando mais tarde;
  • O estoque está crescendo;
  • As despesas estão subindo;
  • A margem está diminuindo;
  • O caixa está ficando cada vez mais apertado;
  • A empresa está recorrendo frequentemente ao crédito.

Se o empreendedor acompanha esses indicadores, consegue perceber que algo está mudando.

Se não acompanha, pode continuar tomando decisões normalmente até descobrir o problema quando já não existe muita margem para reação.

O mesmo acontece em outras áreas.

Os números funcionam como um sistema de alerta

É aqui que tudo o que vimos até agora começa a se conectar.

No segundo segredo, vimos a importância de conhecer os números do negócio. Mas conhecer os números não significa apenas olhar para eles depois que o mês terminou. O empreendedor precisa acompanhar a evolução dos principais indicadores.

Imagine uma empresa que apresenta a seguinte situação:

  • Faturamento: crescendo.
  • Número de clientes: crescendo.
  • Lucro: estável.
  • Margem: caindo.
  • Estoque: aumentando.

À primeira vista, alguém poderia comemorar o crescimento do faturamento. Mas uma análise mais cuidadosa mostra que existem sinais de alerta.

A empresa está vendendo mais, mas pode estar precisando de mais dinheiro para financiar a operação e obtendo menos resultado proporcionalmente. Esse é exatamente o tipo de situação que um empreendedor atento procura identificar antes que ela se transforme em uma crise de caixa.

O crescimento também pode esconder problemas, principalmente quando a empresa não prepara a estrutura necessária para sustentá-lo. Por isso, empreendedores de sucesso não olham apenas para a oportunidade.

Eles também perguntam:

“Estamos preparados para aproveitar essa oportunidade sem comprometer o negócio?”

É muito comum que empreendedores desenvolvam uma percepção sobre seus negócios e tomem decisões baseadas nela. Mas essa percepção não deve ser a única fonte de informação.

Um empreendedor pode sentir que as vendas estão boas enquanto a margem está diminuindo. Pode achar que o estoque está sob controle enquanto uma parte significativa do dinheiro está parada em produtos que não giram.

Pode acreditar que a equipe está produtiva enquanto o retrabalho está crescendo. Pode pensar que os clientes estão satisfeitos enquanto as reclamações aumentam.

É aí que entram os indicadores: eles ajudam a melhorar a qualidade das decisões, reduzindo a dependência das percepções e trazendo os números do negócio para o centro da análise.

E não pense que é necessário acompanhar dezenas de indicadores. O sucesso está em acompanhar poucos indicadores importantes, que realmente ajudem a responder:

“O negócio está caminhando na direção certa?”

Os indicadores se tornam mais úteis quando existem parâmetros de comparação.

Imagine uma empresa que normalmente trabalha com inadimplência de até 3%. Se esse índice chega a 5%, já existe um sinal de alerta. Se alcança 8%, talvez seja necessário agir imediatamente.O mesmo vale para estoque, margem, prazo de recebimento, despesas, vendas e produtividade.

Por isso, gestão preventiva não significa evitar todos os problemas. Significa identificar os sinais enquanto ainda existe espaço para agir.

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O verdadeiro segredo dos empreendedores de sucesso

E aqui os sete segredos se encontram.

O planejamento mostra onde a empresa quer chegar.

A gestão financeira revela se existe capacidade para chegar lá.

A equipe define quem irá executar a estratégia.

Os processos determinam como o trabalho deve acontecer.

A tecnologia ajuda a organizar informações e melhorar decisões.

A experiência do cliente mostra se a empresa está entregando valor.

E o sétimo segredo conecta todos os anteriores: acompanhar os sinais e agir antes que os problemas se transformem em crises.

No fim, o verdadeiro segredo dos empreendedores de sucesso não está em uma fórmula mágica.

Está na capacidade de planejar, acompanhar, decidir e corrigir a rota continuamente.

Eles conhecem seus números, desenvolvem pessoas, organizam processos, utilizam tecnologia, cuidam dos clientes e não esperam os problemas crescerem para agir.

É essa combinação que transforma uma empresa que apenas sobrevive em um negócio capaz de crescer com mais controle, eficiência e sustentabilidade.

Sua empresa precisa trabalhar mais ou ser melhor administrada?

Fazer uma empresa crescer não depende apenas de vender mais. Depende de gestão empresarial, planejamento, controle financeiro, processos eficientes, tecnologia, liderança e relacionamento com os clientes.

Talvez sua empresa não precise trabalhar mais. Talvez precise ser melhor administrada.

Comece identificando o principal ponto que hoje limita seus resultados e transforme conhecimento em ação. Afinal, crescimento sustentável acontece quando boas decisões se transformam em uma gestão mais eficiente e lucrativa.

E dentre as principais decisões que todos os empreendedores e gestores precisam tomar no dia a dia dos negócios, as decisões financeiras, como vimos, é uma das mais importantes. Por isso, buscar capacitação nessa área contribui com melhores decisões e consequentemente com uma gestão financeira profissional.

É isso que os cursos e treinamentos na área financeira das empresas da Treina Mais possibilita aos empreendedores e profissionais. Para conhecer, acesse o link abaixo ou www.treinamais.com.br.

Sobre o Autor

Fernando Silva

Gestor Financeiro Empresarial e Empreendedor na Treina Mais Treinamentos.

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